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domingo, 31 de janeiro de 2016

A verdade sobre a verdade

Quando eu era criança tinha uma coisa que me intrigava muito, que era o porquê do pessoal nos filmes ficarem o dia todo de sapato e já acordarem de sapato. Quando adolescente a minha dúvida era se seria jogador de futebol, arquiteto, médico, etc. Ter dúvidas é uma crescente na vida de qualquer um, mudam as razões, as áreas, os pontos de visão, mas elas sempre aparecem.
Quando me converti passei por aquela fase de vislumbre com as coisas de Deus e caminhava olhando para frente impoluto sem me importar com nada que não fosse, ao meu ver, agradável a Deus. Até que um dia me peguei pensando se o evangelho é realmente a verdade, e como bom cristão eu tratei de "repreender" esse pensamento que se opunha a fé que havia aceitado. Esse foi o meu caminho até pouco tempo atrás, crer e somente crer, aceitar que o evangelho é o caminho correto porque na igreja todos dizem que é e quem sou eu para questionar essa "certeza". Mas, como saber que o evangelho é realmente o caminho? Como saber que não é apenas uma fuga?
Bom, hoje tenho certeza que o evangelho é a verdade. Em primeiro lugar analisando o que todos podem analisar e perceber que é a ordem do universo, a cosmologia compreende que toda  coisa conhecida no universo tem uma causa e um início em alguma que eles não conseguem identificar com precisão o que é; é consenso entre os estudiosos que houve um ponto de partida para a criação do universo e que ele tem uma idade, uma "data de fabricação". Outro ponto que também consensual é que tudo no universo tem um propósito harmonioso que converge para a manutenção da "normalidade" universal; o acaso não cria harmonia e isso é fato, o que teria estabelecido o proposito de cada coisa criada é a pergunta que os cientistas, filósofos, astrônomos e estudiosos não conseguem responder.
Podemos também observar no comportamento geral da humanidade uma certeza de que o evangelho é a verdade. Desde que temos conhecimento da história, o homem busca em diversos fatores a solução para suas interrogações. Para termos uma ideia do que falo vamos olhar o neoliberalismo que é o que temos de mais atual como movimento intelectual, por muitas vezes o neoliberal se assemelha com uma criança birrenta que não gosta de ouvir conselhos, se assemelha com um adolescente que se revolta porque isso te faz melhor que seus pais e melhor que os caretas da direita conservadora. Para o neoliberalismo não existe a verdade absoluta para um todo, o que existe são verdades mutáveis e pessoais. Minha pergunta é se isso é novo. Claro que não, as raízes disso estão no iluminismo no século XVIII que põe o homem como centro de tudo, e que surgiu como uma resposta a chamada "Era das trevas". O neoliberalismo gera a mesma sensação de liberdade que foi oferecida a Adão no Éden pelo diabo, ali o primeiro homem passou a se ver como autor do mal e do bem numa quebra de relação com o Eterno, aqui o homem tenta se desvencilhar de princípios nele postos por Deus atribuindo a terceiros as mazelas e desigualdades.
Por fim, vemos a busca pelo eterno, pelo que seria mais alto que existe em todas as sociedades modernas e antigas. Desde índios no interior mais profundo das florestas a povos nórdicos europeus existe uma busca por algo acima do material, essa busca exprime a certeza de Eclesiastes 3.11 "Ele fez tudo apropriado a seu tempo. Também pôs no coração do homem o anseio pela eternidade; mesmo assim este não consegue compreender inteiramente o que Deus fez."
O evangelho não é uma porta entre outras, em diversos aspectos ele se mostra firme e detentor de verdades que mudam vidas e conceitos de pessoas em diversas partes do mundo, o evangelho que faz o russo receber a Cristo é o mesmo pregado nas comunidades quilombolas e de aborígenes australianos. Seus efeito transformador nos mostra o quão verdadeiro ele é.

By Pb. Cláudio Oliveira

sábado, 9 de janeiro de 2016

Geração "Dane-se"


O filme "Juventude Transviada" foi um marco no cinema mundial, trazia a mensagem de liberdade a todo custo, contra tudo e contra todos. Mostrava o seu protagonista como um cara durão (como os americanos gostam de falar), que não ligava para regras, aquele estereótipo fez com que a mulherada da época suspirasse por um bad boy. Muito bem. Anos se passarão e eu vejo um fenômeno extremamente nocivo, ao meu ver, no meio dos jovens dessa geraçã, esse fenômeno traz em sua espinha dorsal uma frase que virou escudo e espada de muitos jovens, essa frase é "Dane-se".
O "dane-se" é como um mantra repetido todas as vezes que é apontado um ponto negativo sobre determinado ato ou fala. O "dane-se" é usado como um escudo que protegerá a pessoas das consequências de seus atos, aliás pensar antes de fazer está meio fora de moda. Grande parte dos jovens se escondem atrás de perfis em redes sociais que pregam a liberdade a qualquer custo; outros pregam o culto a preguiça, ao sono, a falta de responsabilidade (sobre isso vou falar em outro post), e quando alguém interfere apresentando a vida real ouve um sonoro "dane-se". O resultado desse "dane-se" coletivo e social é que nunca vimos tantos jovens, especialmente mulheres, bebendo em grande quantidade tão precocemente. E os malefícios a saúde? "Dane-se". O número de abortos entre pré adolescentes tem aumentando vertiginosamente. E a vida dentro de você? "Dane-se". Os jovens homens entre 17 e 25 envolvidos com o tráfico e a criminalidade são os líderes de mortalidade no Brasil. E o choro dos pais? "Dane-se"
O problema todo desse "dane-se" é que fantasia-se uma realidade que não a real , cria-se um mundo altista onde tudo é o agora, tudo é o "vamos lá que vai ser bom". A geração do "dane-se" não encara a vida como um ciclo longo e que cada indivíduo é parte da soma total cujo resultado é o meio em que vivemos, essa geração não se preocupa em somar positivamente com alguém que não seja ela mesmo e seus prazeres.
Há muito mais do que o agora para nós vivermos, um "dane-se" não vai anular os reflexos de nossas escolhas e muito menos fará com que a vida seja melhor. As músicas desde famigerado sertanejo universitário, do funk ostentação e outros ritmos tem feito um desserviço a sociedade apregoando maneiras irresponsáveis de viver, traçando padrões babacas, demostrando em suas letras que ser fiel num relacionamento é ser trouxa, que beber até cair é algo bom. Esses irresponsáveis deviam ser proibidos de cantar, assim como é proibida a propaganda de cigarro e derivados do tabaco.
É triste ver como grande parte de uma geração, que tem tantos recursos nas mãos, se destrói, destrói outros e simplesmente dizem "dane-se".


domingo, 15 de novembro de 2015

O simples evangelho de Cristo


Escrevi um artigo anterior descrevendo o que não é o evangelho de Cristo que eu creio, e acredito agora mais do que nunca na necessidade de explicar o que acredito ser o evangelho de Jesus.
Primeiro acredito que o evangelho não é um conjunto de normas e regras do que eu posso ou não posso fazer. Cristo não morreu numa cruz para isso e nem precisaria, era só dizer e subir ao céu de boas. Jesus não veio fundar uma nova religião, ele veio trazer, viver e ensinar a verdadeira religião; altruísta, correta e belamente acolhedora. O evangelho é um resgate, é Deus vindo resgatar o homem do domínio do pecado transportando-o para o reino de seu amor.
O evangelho é a declaração explícita do amor de um pai, que para salvar pecadores da condenação eterna, enviou seu único filho para receber em si a punição que tais mereciam. O evangelho é uma declaração de amor. Uma carta de um pai amoroso. É a prova que alguém morreu em nosso lugar mesmo sabendo que era justa a condenação. Esse alguém morreu por todos, porque no evangelho não há distinções étnicas, de classe social, de estética ou qualquer outra diferença aparente.
O evangelho de Cristo também é esperança aos que crêem. Num mundo em que pouca coisa ou quase nada inspira confiança, o evangelho me dá uma sólida esperança de sua infalibilidade. Durante anos, décadas e séculos afins o mundo mudou de diversas formas, mudaram tipos de governos, mudou a geografia mundial, mudaram conceitos sociais, morais e éticos, mudou a arte, enfim, mudou quase tudo. Porém, o evangelho ultrapassou os séculos intacto, sua mensagem continua a mesma, seus efeitos os mesmos (porque ele é poder de Deus). Por causa desse evangelho segue viva a minha esperança de que breve verei o meu Senhor em toda a sua glória.

By Cláudio Oliveira

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Carta aberta de um cristão




Meu nome é Cláudio, tenho 31 anos e sou cristão. Tenho as minhas convicções de fé baseadas na bíblia que creio ser a palavra de Deus revelada aos homens. Também sou flamenguista, musicalmente eclético, estudioso e admirador de vinhos e outras cositas más.
Quero escrever esse texto a meus amigos e todos os que não são cristãos. Sei que vivemos tempos de descrença nas instituições e nas pessoas, sei também que para muitos nós cristãos somos partidaristas ortodoxos, mas me permita falar o que não é o evangelho que pregamos e cremos.
O evangelho não é uma máquina de tirar dinheiro das pessoas. Aliás quando pessoas sustentam partidos políticos, times de futebol e escolas de samba não vejo tamanha veemência nas acusações a essas instituições. O evangelho proposto por Cristo e pela igreja fiel é regido pelo princípio do amor ao próximo, por isso contribuímos com dízimos e ofertas para ajudar aos que não tem, também ajudar na manutenção do templo, sustentar missionários, ajudar instituições como casas de apoio a viciados e alcoólatras. Cremos que esse princípio de utilizar parte da nossa renda com alguém que não seja nós mesmos glorifica a Deus e por isso fazemos, temos casos, e não são poucos, de pessoas mal intencionadas que utilizam a simplicidade de alguns para benefício próprio, mas esses não são cristãos e atuam em todas as áreas: política, música, futebol, educação, etc.  Enfim meu amigo, não somos otários que sustentamos pastores que andam de carro importado e também não somos os pastores ricos que andam de carro importado sustentado por otários (usei a palavra "otário" porque ouvi ela dirigida a mim e achei interessante a colocação sem conhecimento de causa).
O evangelho não um trampolim para celebridades gospel. Sei que muitos cantores, ex-paquitos, ex-dançarinos, ex-bbb's e etc, tem usado o nome de Cristo para se reerguer financeiramente e midiaticamente, mas a maioria de nós temos um consenso de que esses aí só querem voltar a fama e condenamos as práticas de tais pessoas. Esses sanguessugas vêem na igreja uma oportunidade de comércio e são impulsionados pela falta de conhecimento que é comum entre muitas pessoas ditas cristãs. Na verdade essas pessoas tem uma insaciável sede por ídolos, tem intenso desejo por pessoas que se tornem o que eles queriam ser e dizem o que elas querem ouvir, pensam que estar na mídia é sinal de prosperidade do evangelho.
O evangelho não é um palanque de propagação ao ódio, seja ele político, étnico, de credo ou prática. Eu tenho amigas lésbicas, amigos gays, amigos góticos, amigos judeus, amigos umbandistas, e até vascaínos, enfim amigos de todo tipo. Por favor não nos julguem pela média ou pelos discursos de alguns, não odiamos ninguém. Você nunca verá um cristão fiel queimando um mulçumano numa fogueira porque este não tem a mesma fé que aquele. Meus amigos gays vocês são bem vindos, não temos uma bandeira erguida de ódio contra vocês, discordamos em pontos e só, podemos viver e conviver sem crise.
Também quero dizer que esses cantores midiáticos, a maioria desses telepastores, a maioria dos políticos, essa galera toda não são representantes do evangelho que cremos e nós também não gostamos do que eles fazem. Então meus amigos, não peço que nos amém de paixão, mas pelo menos respeitem a nossa fé e se tiverem dúvidas sobre nós, por favor, não perguntem a outros, podem vir até nós e seremos gratos em poder responder.

By  Cláudio Oliveira

terça-feira, 8 de setembro de 2015

O mestre mandou...


Vi um dia desses num programa no canal Discovery uma coisa que me deixou pensativo. Nesse programa várias pessoas entravam numa sala esperando por atendimento e sentavam-se, de repente tocava uma campainha e os que ali já estavam se levantavam por segundos e sentavam novamente. Isso se repetia por algumas vezes fazendo com que os que chegavam depois repetissem essa ação de levantar e sentar sem sequer perguntar o porquê daquele sistema. Parece louco e muitos de nós diremos que se estivesse lá não faria isso. Mas, será?
Observando a igreja num todo não é difícil perceber que a grande maioria das pessoas repete movimentos, falas, gestos, gírias e fazem coisas bizarras sem refletirem se tal ato é necessário ou até mesmo correto.
É uma geração de enlatados, pessoas com pensamentos construídos em série por falsos mestres, é a chamada "massa de manobra" que faz o que todo mundo faz porque todo mundo faz e não quer ficar de fora do "todo mundo".
O mito de que é preciso ser aceito faz com quê muitos sejam filhos da repetição. Para ser aceito é necessário levantar e sentar conforme a campainha toca, é preciso seguir cegamente o ritmo da marcha. Para se manter inserido é preciso seguir a norma, não pode errar o compasso do mestre. -O mestre mandou, pule de um pé só. É lá vai a massa pular de um pé só. -O mestre mandou, cutuque seu irmão. A geração que não é do "o mestre mandou" precisa se manifestar e perguntar ao mestre se a bíblia mandou o mestre mandar.






terça-feira, 4 de agosto de 2015

Somos tão jovens?

Quem nunca disse para si mesmo, ao acordar cedo, que ia dormir só mais cinco minutinhos e acordou quarenta minutos depois assustado porque já está atrasado? Somos especialistas em perder a noção do tempo (talvez porque fomos criados para ser eternos). Nesse mesmo pensamento eu estava avaliando a letra de uma canção de Renato Russo que no refrão ele canta melódica e apaixonadamente "Somos tão jovens", me pus a refletir sobre esse senso de que se tem tempo de sobra porque "somos tão jovens" e percebi que na verdade essa frase faz mas sentido quando a transformo numa frase interrogativa "Somos tão jovens?",
Nessa época de carpe diem que vivemos em que o prazer momentâneo é elevado a categoria de deus para alguns. Nesses tempos de falta de critérios absolutos de avaliação. Vemos cada vez mais pessoas que não percebem que o tempo está passando rapidamente ao seu lado e que o seu despertador já tocou. "Somos tão jovens" diz essa geração, ainda há tempo. Mas eu digo que já não há tempo, estamos no limiar da volta de Cristo e a grande maioria dos jovens cristãos canta em sua alma "somos tão jovens" sem demostrar nenhuma tipo de compromisso com a cruz e os perdidos que perecem.
"Somos tão jovens" não pode ser o lema dessa geração, que se denominam geração de adoradores. A igreja precisa urgentemente de ceifeiros, e Cristo nos deu m cobselho áureo: "Rogai ao Senhor da seara que mande ceifeiros". Você não é "tão jovem" diante da urgência e pode ser que mesmo com você sendo tão jovem Cristo volte e te peça conta do talento que te entregou nas mãos. 

By PB. Cláudio Oliveira 

sábado, 12 de julho de 2014

Num relacionamento sério com Deus


Nesse meu pouco tempo de caminhada na fé me deparei por diversas vezes com pessoas que me davam mais desejo ainda de me aproximar de Deus por ver o grau de intimidade que elas possuíam. Mas também convivi com outros que me deixavam com ainda mais vontade de servir e ser escravo desse Deus.
Já tive algumas oportunidades de liderar jovens e adolescentes e sempre os incentivei a estar próximos de Deus por amor a Ele, escravos por amor.
Nesses dias em que vejo pessoas querendo ser seus próprios deuses uno, ser escravo por escolha livre é um desafio. Vejo pessoas, que nem sabem o que significa religião, esbrabejando em suas linhas do tempo no Facebook contra a religião e seus malefícios, religião nunca foi prejudicial a ninguém, no máximo algumas pessoas que fazem uso da religião que destroem seu sentido final. No fundo, no fundo a maioria das pessoas se amam demais pra renunciar a si mesmo, são aqueles que se julgam intelectuais demais pra acreditarem no que não vêem.
Eu estou num relacionamento sério com Deus mesmo sem O ver, tenho a mesma convicção que Jó "eu sei que meu Redentor vive", o meu Cristo vive e eu quero ser escravo dele por amor. Ainda que muitos olhem para a cruz e meneiem ou desdenhem de minha fé, eu sigo olhando para o alvo porque sei que brevemente me encontrarei com o meu Senhor vestido de glória.
Não tenha uma relação estável com Deus, tenha um compromisso real, um relacionamento sério com o seu Criador.

By Pb. Cláudio Oliveira


quarta-feira, 28 de maio de 2014

Eu não fui o samaritano


Transferir responsabilidade foi uma coisa que herdamos de Adão, ao ser interrogado por Deus sobre sua conduta ele transferiu a culpa para Deus e para sua mulher. Temos sempre um porém, um más, um nem tanto, pra usarmos a nosso favor.
Na parábola do  Bom Samaritano quando se fala do sacerdote e do levita que passaram de largo transferimos esse rótulo sempre a outros. Hoje venho aqui dizer que eu não fui o samaritano
Eu não fui o samaritano quando vi meus amigos saírem pra beber, porque não os disse que eles estavam indo pelo caminho errado, que suas almas estavam condenadas e só Cristo podia liberta-los.
Eu não fui o samaritano quando passei vi um irmãozinho indo a pé pra o culto, eu tinha passagem pra mim e o dinheiro do lanche após o culto, eu não o ajudei porque não quis abrir mão de ter grana pra lanchar depois do culto.
Eu não fui o samaritano quando fui orar pra Deus levar providência pra aquela irmã que estava passando por dificuldades, na verdade eu estava com dinheiro na conta e podia ser o agente de Deus,  mas aquele dinheiro era pra comprar outro par de sapato pra minha coleção, e também precisava ir no cinema com minha namorada pra satisfazer nossos corações.
Eu não fui o samaritano quando vi aquela jovenzinha namoradeira desviada, na verdade até pensei que seria melhor lá fora no mundo do que aqui por causa dos outros, que até fazem as mesmas coisas mas fazem escondido, é menos feio.
Eu não fui o samaritano quando aquele bêbado fedorento entrou no culto, ficava chorando, queria receber oração, foi a frente na hora do louvor atrapalhando a hora da gente pular e celebrar, ficava confessando que estava vivendo erroneamente. Nossa que camarada chato viu, pegamos dois diáconos estilo UFC e o colocamos pra fora.
Eu não fui o samaritano quando troquei meu carro por um mais espaçoso, ah sei lá, eu podia ter sustentado um missionário por seis ou sete meses mas isso é dever de Deus, afinal a obra é dele. E eu sou filho de rei não posso ter um carro pior que o filho do diabo pois sou cabeça (de bagre), apesar que o Filho de Rei mesmo só andou de jumento uma vez em seu ministério.
Eu não fui o samaritano quando cobrei o que um trabalhador ganha em uma ou duas semanas trabalhando pra pregar, mas pensando bem terno Pierre Cardin e sapato que brilha mais que o sol é artigo de primeira necessidade. Eu podia ter recebido só o necessário e repassado o restante a assistência social da igreja, mas e a pizzaria depois do culto quem ia bancar. Bem que podia ter ido de graça já que eu trabalho e não preciso, mas dim dim é sempre bom e pregar é mais fácil que vender Avon pra ter uma renda extra.
Eu não fui o samaritano quando deixei de ser simples como uma pomba, livre pelo evangelho de Cristo e passei a ser uma moldura na parede.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Valores em conflito



Valores em conflito


Em muitos momentos de nossas vidas pensamos que Deus se afastou de nós e não nos sentimos mais grardados por Ele. Mas a palvra do Senhor diz em no Salmo 46:1-3 que "Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude eos montes se transportem para o meio dos mares; ainda que as águas rujam e espumem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza”. Neste mundo a maioria das pessoas quer ter segurança financeira e por isso acumulam bens materias, procuram ter muito dinheiro no banco, mas, o único tesouro que a traça e a ferrugem corroem e os ladrões não roubam é aquele que está preparado para aqueles
Que permanecerem fiéis até a volta do Senhor e Salvador Jesus Cristo que reina e vive para sempre.
 Então sempre que se sentir inseguro e incapaz de prosseguir a caminhada em direção ao céu, lembre-se que em qualquer circunstância e setuação o seu socorro vem do Senhor que fez o céu e a Terra e Ele nunca deixará vascilar o seu pé, mas se você vacilar, Ele sempre estará disposto a ti ajudar a levantar-se. E se lembre que em qualquer dificuldade Deus estará com você te aguardando todos os dias de sua vida.valoresemconflito

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A Mulher , Tem o seu Lugar...






Uma máquina de lavar roupas é uma invenção bem útil, mas faz um péssimo serviço lavando pratos ou cozinhando o almoço. Isto porque a máquina de lavar nunca foi projetada para lavar pratos ou para preparar uma refeição. Foi projetada para lavar roupas, e nesse papel ela é de muito auxílio. Todos reconhecem a necessidade de usar as máquinas da maneira que seus inventores pretendiam. Deus criou a humanidade, e funcionamos melhor quando cumprimos os propósitos para os quais ele nos criou. Deus criou o homem e a mulher separadamente e planejou papéis especiais para cada um. Assim como uma máquina de lavar não cozinha bem, assim não podemos nos sair bem quando tentamos cumprir um papel para o qual Deus não nos projetou. Mas assim como uma lavadora é muito útil para o seu propósito especial, assim tanto os homens como as mulheres podem servir e glorificar a Deus em seus campos de ação dados por Deus.
Nossos dias são de muita inquietação. O fato de que a mulher "provém do varão" demonstra a sua igualdade. Ela não é inferior, mas igual, ajudadora. Entre homem e mulher há semelhança, identidade; entre o homem e a mulher há igualdade, mas com distinção.
Homem e mulher são iguais moralmente, mas o homem é a cabeça posicionalmente. "Mulheres, sede vós, igualmente, submissas a vosso próprio marido..." (1 Pedro 3:1). As instruções da Bíblia são claras. As mulheres devem submeter-se aos seus maridos. Essa submissão não indica inferioridade. Mesmo Jesus se submeteu ao Pai, entretanto ambos, Pai e Filho, participam igualmente da natureza divina. Do mesmo modo, esposo e esposa têm igual valor como pessoas, mas Deus ordena que o esposo guie a família
Os homens e as mulheres devem ser igualmente ativos na obra de Deus. Nenhum deles deve fazer o que Deus não lhes atribuiu, mas quando cada um trabalha dentro do papel que Deus ordenou, o nome do Senhor será glorificado e sua obra cumprida. 
by Jennyfan Alves