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domingo, 31 de janeiro de 2016

A verdade sobre a verdade

Quando eu era criança tinha uma coisa que me intrigava muito, que era o porquê do pessoal nos filmes ficarem o dia todo de sapato e já acordarem de sapato. Quando adolescente a minha dúvida era se seria jogador de futebol, arquiteto, médico, etc. Ter dúvidas é uma crescente na vida de qualquer um, mudam as razões, as áreas, os pontos de visão, mas elas sempre aparecem.
Quando me converti passei por aquela fase de vislumbre com as coisas de Deus e caminhava olhando para frente impoluto sem me importar com nada que não fosse, ao meu ver, agradável a Deus. Até que um dia me peguei pensando se o evangelho é realmente a verdade, e como bom cristão eu tratei de "repreender" esse pensamento que se opunha a fé que havia aceitado. Esse foi o meu caminho até pouco tempo atrás, crer e somente crer, aceitar que o evangelho é o caminho correto porque na igreja todos dizem que é e quem sou eu para questionar essa "certeza". Mas, como saber que o evangelho é realmente o caminho? Como saber que não é apenas uma fuga?
Bom, hoje tenho certeza que o evangelho é a verdade. Em primeiro lugar analisando o que todos podem analisar e perceber que é a ordem do universo, a cosmologia compreende que toda  coisa conhecida no universo tem uma causa e um início em alguma que eles não conseguem identificar com precisão o que é; é consenso entre os estudiosos que houve um ponto de partida para a criação do universo e que ele tem uma idade, uma "data de fabricação". Outro ponto que também consensual é que tudo no universo tem um propósito harmonioso que converge para a manutenção da "normalidade" universal; o acaso não cria harmonia e isso é fato, o que teria estabelecido o proposito de cada coisa criada é a pergunta que os cientistas, filósofos, astrônomos e estudiosos não conseguem responder.
Podemos também observar no comportamento geral da humanidade uma certeza de que o evangelho é a verdade. Desde que temos conhecimento da história, o homem busca em diversos fatores a solução para suas interrogações. Para termos uma ideia do que falo vamos olhar o neoliberalismo que é o que temos de mais atual como movimento intelectual, por muitas vezes o neoliberal se assemelha com uma criança birrenta que não gosta de ouvir conselhos, se assemelha com um adolescente que se revolta porque isso te faz melhor que seus pais e melhor que os caretas da direita conservadora. Para o neoliberalismo não existe a verdade absoluta para um todo, o que existe são verdades mutáveis e pessoais. Minha pergunta é se isso é novo. Claro que não, as raízes disso estão no iluminismo no século XVIII que põe o homem como centro de tudo, e que surgiu como uma resposta a chamada "Era das trevas". O neoliberalismo gera a mesma sensação de liberdade que foi oferecida a Adão no Éden pelo diabo, ali o primeiro homem passou a se ver como autor do mal e do bem numa quebra de relação com o Eterno, aqui o homem tenta se desvencilhar de princípios nele postos por Deus atribuindo a terceiros as mazelas e desigualdades.
Por fim, vemos a busca pelo eterno, pelo que seria mais alto que existe em todas as sociedades modernas e antigas. Desde índios no interior mais profundo das florestas a povos nórdicos europeus existe uma busca por algo acima do material, essa busca exprime a certeza de Eclesiastes 3.11 "Ele fez tudo apropriado a seu tempo. Também pôs no coração do homem o anseio pela eternidade; mesmo assim este não consegue compreender inteiramente o que Deus fez."
O evangelho não é uma porta entre outras, em diversos aspectos ele se mostra firme e detentor de verdades que mudam vidas e conceitos de pessoas em diversas partes do mundo, o evangelho que faz o russo receber a Cristo é o mesmo pregado nas comunidades quilombolas e de aborígenes australianos. Seus efeito transformador nos mostra o quão verdadeiro ele é.

By Pb. Cláudio Oliveira

domingo, 22 de novembro de 2015

Música, futebol e outras tretas



Desde jovem me encantei por uma música de Bob Marley chamada Redemption Song (Canções de Redenção), o arranjo é muito criativo, a melodia envolvente e a letra é um tratado pela libertação. Mas, eis que me converti e a partir daí tudo que não tinha o CAG (Carimbo de Autenticidade Gospel) era visto por mim como obra do capiroto, manifestação do chifrudo, coisa do sujo então essa música agora era obra do cão e eu deixei de ouvir.
Bem, trouxe esse exemplo meu para tratar de uma parada que gera muita treta na igreja que é admiração sincera e contemplação da glória de Deus nas artes, na tecnologia, num cálculo matemático resolvido depois de anos, num quadro cubista de Picasso, num tapete persa com temas orientais e na minha glorificação a Deus pela música de Bob Marley.
No campo da teologia isso é chamado de graça comum, que é nada mais do que a capacitação ou faculdade criativa comum do homem que é dada por Deus. E aqui quero abrir um parêntese bem rápido para dizer que você pode admirar a obra do homem sem necessariamente admirar o homem.
Assim como nos beneficiamos de modernidades como os celulares, internet, carros mais seguros, aparelhos médicos mais precisos, que são provenientes da graça de comum de Deus e não foram inventados por cristãos (claro que também podem ter sido), podemos também nos beneficiar das artes, do futebol na TV ou no estádio, de uma peça de teatro, de um bom filme ou série, etc. Essas outras coisas, assim como aquelas, são fruto da natureza criativa que o homem herdou de Deus.
Não vou ser inocente de dizer que podemos qualquer música, ou assistir qualquer filme, Paulo escreve que nem tudo nos convém. Se você não tem fé para ouvir Djavan eu te digo que não o faça, mas meus irmãos, seus fofos, seus salvos, não condenem quem o faz. Amém?

domingo, 15 de novembro de 2015

O simples evangelho de Cristo


Escrevi um artigo anterior descrevendo o que não é o evangelho de Cristo que eu creio, e acredito agora mais do que nunca na necessidade de explicar o que acredito ser o evangelho de Jesus.
Primeiro acredito que o evangelho não é um conjunto de normas e regras do que eu posso ou não posso fazer. Cristo não morreu numa cruz para isso e nem precisaria, era só dizer e subir ao céu de boas. Jesus não veio fundar uma nova religião, ele veio trazer, viver e ensinar a verdadeira religião; altruísta, correta e belamente acolhedora. O evangelho é um resgate, é Deus vindo resgatar o homem do domínio do pecado transportando-o para o reino de seu amor.
O evangelho é a declaração explícita do amor de um pai, que para salvar pecadores da condenação eterna, enviou seu único filho para receber em si a punição que tais mereciam. O evangelho é uma declaração de amor. Uma carta de um pai amoroso. É a prova que alguém morreu em nosso lugar mesmo sabendo que era justa a condenação. Esse alguém morreu por todos, porque no evangelho não há distinções étnicas, de classe social, de estética ou qualquer outra diferença aparente.
O evangelho de Cristo também é esperança aos que crêem. Num mundo em que pouca coisa ou quase nada inspira confiança, o evangelho me dá uma sólida esperança de sua infalibilidade. Durante anos, décadas e séculos afins o mundo mudou de diversas formas, mudaram tipos de governos, mudou a geografia mundial, mudaram conceitos sociais, morais e éticos, mudou a arte, enfim, mudou quase tudo. Porém, o evangelho ultrapassou os séculos intacto, sua mensagem continua a mesma, seus efeitos os mesmos (porque ele é poder de Deus). Por causa desse evangelho segue viva a minha esperança de que breve verei o meu Senhor em toda a sua glória.

By Cláudio Oliveira

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Carta aberta de um cristão




Meu nome é Cláudio, tenho 31 anos e sou cristão. Tenho as minhas convicções de fé baseadas na bíblia que creio ser a palavra de Deus revelada aos homens. Também sou flamenguista, musicalmente eclético, estudioso e admirador de vinhos e outras cositas más.
Quero escrever esse texto a meus amigos e todos os que não são cristãos. Sei que vivemos tempos de descrença nas instituições e nas pessoas, sei também que para muitos nós cristãos somos partidaristas ortodoxos, mas me permita falar o que não é o evangelho que pregamos e cremos.
O evangelho não é uma máquina de tirar dinheiro das pessoas. Aliás quando pessoas sustentam partidos políticos, times de futebol e escolas de samba não vejo tamanha veemência nas acusações a essas instituições. O evangelho proposto por Cristo e pela igreja fiel é regido pelo princípio do amor ao próximo, por isso contribuímos com dízimos e ofertas para ajudar aos que não tem, também ajudar na manutenção do templo, sustentar missionários, ajudar instituições como casas de apoio a viciados e alcoólatras. Cremos que esse princípio de utilizar parte da nossa renda com alguém que não seja nós mesmos glorifica a Deus e por isso fazemos, temos casos, e não são poucos, de pessoas mal intencionadas que utilizam a simplicidade de alguns para benefício próprio, mas esses não são cristãos e atuam em todas as áreas: política, música, futebol, educação, etc.  Enfim meu amigo, não somos otários que sustentamos pastores que andam de carro importado e também não somos os pastores ricos que andam de carro importado sustentado por otários (usei a palavra "otário" porque ouvi ela dirigida a mim e achei interessante a colocação sem conhecimento de causa).
O evangelho não um trampolim para celebridades gospel. Sei que muitos cantores, ex-paquitos, ex-dançarinos, ex-bbb's e etc, tem usado o nome de Cristo para se reerguer financeiramente e midiaticamente, mas a maioria de nós temos um consenso de que esses aí só querem voltar a fama e condenamos as práticas de tais pessoas. Esses sanguessugas vêem na igreja uma oportunidade de comércio e são impulsionados pela falta de conhecimento que é comum entre muitas pessoas ditas cristãs. Na verdade essas pessoas tem uma insaciável sede por ídolos, tem intenso desejo por pessoas que se tornem o que eles queriam ser e dizem o que elas querem ouvir, pensam que estar na mídia é sinal de prosperidade do evangelho.
O evangelho não é um palanque de propagação ao ódio, seja ele político, étnico, de credo ou prática. Eu tenho amigas lésbicas, amigos gays, amigos góticos, amigos judeus, amigos umbandistas, e até vascaínos, enfim amigos de todo tipo. Por favor não nos julguem pela média ou pelos discursos de alguns, não odiamos ninguém. Você nunca verá um cristão fiel queimando um mulçumano numa fogueira porque este não tem a mesma fé que aquele. Meus amigos gays vocês são bem vindos, não temos uma bandeira erguida de ódio contra vocês, discordamos em pontos e só, podemos viver e conviver sem crise.
Também quero dizer que esses cantores midiáticos, a maioria desses telepastores, a maioria dos políticos, essa galera toda não são representantes do evangelho que cremos e nós também não gostamos do que eles fazem. Então meus amigos, não peço que nos amém de paixão, mas pelo menos respeitem a nossa fé e se tiverem dúvidas sobre nós, por favor, não perguntem a outros, podem vir até nós e seremos gratos em poder responder.

By  Cláudio Oliveira

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

10 verdades para jovens teólogos (fragmento)



Por John Frame

1. Considere que você pode realmente não ser chamado para o trabalho teológico. Tiago 3:1 nos diz que muitos de nós não devem tornar-se mestres e que os mestres serão julgados com maior rigor. A quem muito (conhecimento bíblico) é dado, muito exigido.

2. Valorize seu relacionamento com Cristo, sua família, e com a igreja acima de suas ambições de carreira. Você vai influenciar mais pessoas por sua vida do que por sua teologia. E deficiências em sua vida podem negar a influência de suas ideias, mesmo que essas ideias sejam verdadeiras.

3. Lembre-se que o trabalho fundamental da teologia é entender a Bíblia, a Palavra de Deus, e aplicá-la às necessidades das pessoas. Tudo o mais, especificação histórica e linguística, perspicácia exegética, o conhecimento da cultura contemporânea e sofisticação filosófica, deve estar subordinado a esse objetivo fundamental. Se não for assim, você pode ser aclamado como um historiador, linguista, filósofo ou crítico de cultura, mas você não vai ser um teólogo.

4. Ao fazer o trabalho da teologia (descrito no ponto acima), você tem a obrigação de construir um argumento para o que você defende. Isso deveria ser óbvio, mas a maioria dos teólogos hoje não tem a menor ideia de como fazer isso. A teologia é uma disciplina argumentativa, e você precisa saber o suficiente sobre lógica e persuasão para construir argumentos que são válidos, sólidos e persuasivos. Na teologia, não é suficiente apenas demonstrar o conhecimento da história, da cultura, ou algum outro conhecimento. Também não é o suficiente citar pessoas que concordam com você e reprovar as pessoas que discordam. Você realmente tem que construir um argumento teológico para o que você afirma.

5. Aprenda a escrever e falar de forma clara e convincente. Os melhores teólogos são capazes de apresentar ideias complexas numa linguagem simplificada. Não tente convencer as pessoas de seu conhecimento através de uma linguagem obscura, sem transparência.

6. Cultive uma intensa vida devocional e ignore as pessoas que criticam isso acusando-lhe de pietismo. Orai sem cessar. Leia a Bíblia, não apenas como Lê um texto acadêmico. Valorize todas as oportunidades de participar de cultos e reuniões de oração no seminário e aos domingos na igreja local. Dê atenção à sua “formação espiritual”.

7. Um teólogo é, essencialmente, um pregador, embora ele normalmente lide com assuntos mais emblemáticos do que pregadores lidem. Mas deve ser um bom pregador. Encontre alguma maneira de fazer a sua teologia falar ao coração das pessoas. Encontre uma maneira de apresentar o seu ensino para que as pessoas ouçam a voz de Deus nele.

8. Seja generoso com seus recursos. Passe algum tempo conversando com alunos e futuros alunos. Doe livros e artigos. Não seja mesquinho quanto à questão dos direitos autorais; conceda permissão de cópia a qualquer um que lhe pedir. Ministério primeiro, segundo dinheiro.

9. Ao criticar outros teólogos, tradições, ou movimentos, siga a ética bíblica. Não diga que alguém é um herege, a menos que você tenha um caso muito claro diante de si. Não banalize termos do tipo "outro evangelho". (As pessoas que ensinam outro evangelho estão debaixo da maldição de Deus). Não destrua a reputação das pessoas com citações erradas, fora de contexto ou tomando suas palavras no pior sentido possível. Seja gentil e gracioso, a menos que você tenha motivos irrefutáveis ​​para ser duro.

10. Quando se levantar uma controvérsia, não assuma um dos lados imediatamente. Faça algum trabalho analítico em primeiro lugar, analisando ambas as posições. Considere as seguintes possibilidades: (a) que as duas partes podem estar olhando para o mesmo problema a partir de diferentes perspectivas, mas não se contradizem; (b) ambos os labos podem estar despercebidamente desprezando um ponto que poderia fazê-los pensar de maneira conjunta; (c) que eles não se comunicam entre si porque usam os mesmos termos de formas distintas; (d) que existe uma terceira alternativa,

terça-feira, 8 de setembro de 2015

O mestre mandou...


Vi um dia desses num programa no canal Discovery uma coisa que me deixou pensativo. Nesse programa várias pessoas entravam numa sala esperando por atendimento e sentavam-se, de repente tocava uma campainha e os que ali já estavam se levantavam por segundos e sentavam novamente. Isso se repetia por algumas vezes fazendo com que os que chegavam depois repetissem essa ação de levantar e sentar sem sequer perguntar o porquê daquele sistema. Parece louco e muitos de nós diremos que se estivesse lá não faria isso. Mas, será?
Observando a igreja num todo não é difícil perceber que a grande maioria das pessoas repete movimentos, falas, gestos, gírias e fazem coisas bizarras sem refletirem se tal ato é necessário ou até mesmo correto.
É uma geração de enlatados, pessoas com pensamentos construídos em série por falsos mestres, é a chamada "massa de manobra" que faz o que todo mundo faz porque todo mundo faz e não quer ficar de fora do "todo mundo".
O mito de que é preciso ser aceito faz com quê muitos sejam filhos da repetição. Para ser aceito é necessário levantar e sentar conforme a campainha toca, é preciso seguir cegamente o ritmo da marcha. Para se manter inserido é preciso seguir a norma, não pode errar o compasso do mestre. -O mestre mandou, pule de um pé só. É lá vai a massa pular de um pé só. -O mestre mandou, cutuque seu irmão. A geração que não é do "o mestre mandou" precisa se manifestar e perguntar ao mestre se a bíblia mandou o mestre mandar.






terça-feira, 4 de agosto de 2015

Somos tão jovens?

Quem nunca disse para si mesmo, ao acordar cedo, que ia dormir só mais cinco minutinhos e acordou quarenta minutos depois assustado porque já está atrasado? Somos especialistas em perder a noção do tempo (talvez porque fomos criados para ser eternos). Nesse mesmo pensamento eu estava avaliando a letra de uma canção de Renato Russo que no refrão ele canta melódica e apaixonadamente "Somos tão jovens", me pus a refletir sobre esse senso de que se tem tempo de sobra porque "somos tão jovens" e percebi que na verdade essa frase faz mas sentido quando a transformo numa frase interrogativa "Somos tão jovens?",
Nessa época de carpe diem que vivemos em que o prazer momentâneo é elevado a categoria de deus para alguns. Nesses tempos de falta de critérios absolutos de avaliação. Vemos cada vez mais pessoas que não percebem que o tempo está passando rapidamente ao seu lado e que o seu despertador já tocou. "Somos tão jovens" diz essa geração, ainda há tempo. Mas eu digo que já não há tempo, estamos no limiar da volta de Cristo e a grande maioria dos jovens cristãos canta em sua alma "somos tão jovens" sem demostrar nenhuma tipo de compromisso com a cruz e os perdidos que perecem.
"Somos tão jovens" não pode ser o lema dessa geração, que se denominam geração de adoradores. A igreja precisa urgentemente de ceifeiros, e Cristo nos deu m cobselho áureo: "Rogai ao Senhor da seara que mande ceifeiros". Você não é "tão jovem" diante da urgência e pode ser que mesmo com você sendo tão jovem Cristo volte e te peça conta do talento que te entregou nas mãos. 

By PB. Cláudio Oliveira 

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Evangelho Made in China

Quem de nós nunca viu ou até mesmo comprou um produto pirata? Em nossa cultura é comum a compra de produtos que são piratas, aquele produto que é bem parecido com o original e é mais barato. Há quem use até aquela máxima de que "Se ter o original é dificil, é melhor comprar pirata do que ficar sem".
Nos sabemos que os por trás da comercialização desses produtos tem algo muito maior do que as banquinhas que as vendem, existe uma rede de trabalho escravo, as vezes trabalho escravo infantil, há uma rede corrupção para que esses produtos entrem no país, enfim são meios escusos e obscuros que existem e trabalham para que chegue até você aquele Nike baratinho, ou aquele óculos Ray Ban.
Citei esses dados para falar sobre os malefícios de se ter um evangelho made in China.  É parece piada mas não é, existe um evangelho, existem louvores, e até pregações piratas no seio da igreja. E como os produtos piratas tem seu lado nocivo, muito mais esse evangelho pirateado tem destruído a muitos. Vamos comparar brevemente as características dos produtos piratas com o evangelho pirata
1. Produtos que não cumprem o seu fim último
É muito comum o tênis, ou o cd, ou a roupa piratas não alcançarem os níveis de qualidade do original, eles não tem o mesmo padrão, apesar da aparência dizer isso. Assim também é o evangelho pirata, o evangelho barato, que é vendido nas tendas do gospel brasileiro. Esse evangelho não cumpre o propósito do evangelho de Cristo, ele faz com que o homem busque um Deus que a bíblia não diz existir, um Deus garçom e conivente com o pecado meu de cada dia.
2. São produtos baratos.
O produto réplica é sempre mais barato que o original e isso é o principal atrativo dele. Temos visto e ouvido ser difundido na igreja um evangelho barato, que não atenta para o preço oque foi pago para que ele nos alcançasse. Esse evangelho baratinho não gera temor, não trás amor pelo sacrifício de Cristo, não aponta Cristo como centro e coluna desse evangelho, enfim é um evangelho tão barato que é de se desconfiar se é o caro e precioso evangelho da Cruz.
3. Sao perecíveis.
Geralmente o produto falsificado não tem a durabilidade do original e o consumidor é obrigado e fazer uma nova compra, optando por buscar outro falso e correr os mesmos riscos ou comprar o produto original e ter a certeza da durabilidade. Assim é o evangelho Made in China, ele oferece um evangelho perecível e transitório que não sobrevive a negativa de seu deus sobre qualquer motivo, então a pessoa busca noutra tenda um evangelho que lhe dê suas benesses.
 A igreja precisa lutar pelo evangelho puro e original, devemos pregar a palavra como ela é, fugindo das fábulas e enganos dos mercadores da fé.

By PB. Cláudio Oliveira 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Igreja de Esmirna



SUBSÍDIO- A cidade de Esmirna ficava a 22 km de Éfeso ao Norte, no meio da cidade havia o monte Pago e lá havia um templo a deusa pagã Nêmese. Possuía o único mercado público de três andares do mundo antigo. Também lá eram realizados jogos olímpicos.
Em 303 Esmirna se tornou palco de brutal perseguição a igreja, com muitas mortes em arenas por leões e muitos foram queimados em fogueiras
O pastor dessa igreja era Policarpo que foi martirizado pelo imperador sem negar a Cristo proferindo a célebre frase "POR OITENTA ANOS O SERVI E ELE NUNCA ME FEZ MAL. COMO POSSO BLASFEMAR MEU REI, O QUAL ME SALVOU?

2.9_"O PRIMEIRO E O ÚLTIMO"_ Deus não tem princípio, Ele é antes de tudo e nada veio antes Dele. Quando o princípio de tudo iniciou-se Ele já estava lá. Deus é o último, o seu reinado, a sua glória, seu domínio nunca terão fim. Reinados de grandes reis passam, sistemas de governo são mudados, impérios grandiosos e poderosos literalmente somem do mapa e viram história, mas Deus permanece. Isaías O viu "assentado" denotando estado permanente, e não assentando-se num futuro ou que Ele já esteve assentado.

2.9_"QUE FOI MORTO E REVIVEU"_ Temos na bíblia um série de ressurreições, muitas delas operadas pelo próprio Cristo, três delas descritas no novo testamento e pelo menos duas no velho testamento. O que diferencia essas ressurreições da de Cristo é o fato de que em todas as demais a necessidade de um meio ou terceiro, Cristo ressuscitou-se a si mesmo porque Ele é o próprio Deus.

2.9_ "CONHEÇO A SUA TRIBULAÇÃO" É muito interessante notar que Cristo viu a tribulação da igreja de Esmirna, fala sobre a tribulação e diz ainda mais que "conhece", ou seja, tem conhecimentos dos detalhes, causas e algozes da tribulação. Porém em momento algum fala livrar a igreja de tal tribulação, pelo contrário manda que eles não temam e que continuem sendo fiéis. Que belíssimo exemplo para a igreja moderna que teme até um deputado ou um vereador. Nos pensamos que um dia aqui na terra a igreja vai ser aceita e nossos conceitos ser am leva dos em conta, no sermão da montanha no cap 5 e vss 11 e 12 Cristo disse que bem-aventurados seremos quando formos acusados com mentiras, perseguidos, injuriados. Somente para essa bem-aventurança Cristo dedica dois versículos.

2.9_"CONHEÇO A SUA...POBREZA" Os crentes de Esmirna sofriam uma dura retaliação do império, seus bens, comércios fazendas e tudo que tinham eram confiscados. Aquela igreja, sem exceção, era formada por crentes pobres. Quem quer ser pobre hoje? Quem quer perder tudo? Quem quer padecer necessidade?
Temos hoje uma igreja rica, bem equipada com muitos aparelhos, porém temos uma igreja sem a unção de Deus. Não temos homens dos quais alguém  possa dizer "Esses tem transtornado o mundo" como falaram a respeito de Paulo e Silas em Tessalônica.

2.9_"MAS, TU ÉS RICA" Nada tendo, tu és rica. Sem estrutura, tu és rica. No meio de tribulações, tu és rica. Sem um bom templo, tu és rica. Sem contar com bons equipamentos, tu és rica.

2.9_"SE DECLARAM JUDEUS" A imposição de normas e tradições da lei como condição para chegar a Deus foi um erro que caminhou durante muito tempo com a igreja primitiva, aqui o próprio Cristo alerta a igreja quanto a falibilidade da lei.
*Há hoje uma clara ressurreição dos ritos e doutrinas do judaísmo em ascenção na igreja. Pregadores, cultos e até mesmo seminários que não tem um interesse genuíno na história ou didática da cultura hebraica, mas querem fazer surgir enigmas, fábulas, contos, códigos secretos, revelações de coisas que seriam as chaves para coisas grandes.

2.10_"NÃO TEMAS AS COISAS QUE TENS DE SOFRER" Assim como para o exército de Gideão os covardes não serviam para a peleja, hoje também é preciso ter valentia no Espírito Santo para enfrentar as oposições e batalhas que se nos impõem a carreira da fé. Não pouco Paulo chama a sua caminhada ministerial de combate 1 TS 2.1,2*2TM 4.7*2CO 7.5


domingo, 21 de dezembro de 2014

Simples como uma pomba

-Devemos fazer coisas como cheirar a bíblia em nome do crescimento do Reino? 
-Essas coisas glorificam a Deus?
Na sua história Israel sempre quis parecer com as nações vizinhas, sempre pegou modelos de povos pagãos para usar no culto a Deus. Seus reis e sacerdotes até mesmo chegaram a estimular o culto "diferenciado", porém Deus sempre levou profetas a eles para anunciar-lhes as verdades. O apóstolo Paulo numa de suas cartas nos ensinou a sermos simples como pomba e também prudentes como as serpentes, a serpente é bem sucedida pela sua eficácia no bote e não pela pele, aliás a sua pele serve para que ela se camufle e seu bote seja mais eficiente, nesse sentido a igreja tem ser conhecida pela eficácia na pregação do evangelho, os frutos, e não pelas esquisitices que aparecem por aí. 
Não me considero um conservador no que diz respeito a vivência do cristão. Gosto de futebol, praia é minha praia, gosto de boa musica, etc. Mas quanto a pregação do evangelho de Cristo acho que andam acontecendo exageros inúmeros no meio evangélico, não podemos esquecer que esse evangelho requer toda prudência, cuidado e reverência a quem o divulga. Eu, Cláudio, não imagino os mártires que foram lançados aos leões pelo evangelho de Cristo, por exemplo, cheirando a bíblia, ou fazendo piadas na frente de Cézar, com certeza eles não seriam lançados nas arenas, não seriam queimados em fogueiras e também não seriam perseguidos. Gosto muito de ler sobre os grandes avivamento que acontecem na história da igreja e todos eles tem principalmente duas coisas em comum: oração e pregação de arrependimento. Nunca houve um avivamento por piadas, ou imitar o ato de usar drogas, ou até mesmo movimentos musicais que levaram a igreja a um mover verdadeiro e genuíno do Espírito Santo.
Deixemos o entretenimento com a Globo amados, fomos chamados para representar um Reino que é sério. Cristo não mandou divertir o mundo ,mas sim advertir o mundo, afinal somos o sal e não o açúcar do mundo.

By PB. Cláudio Oliveira

terça-feira, 7 de outubro de 2014

As adversidades e a soberania de Deus

Pergunte a qualquer crente desse mundo se Deus é soberano, se Deus tem todo poder ou até mesmo se alguém pode frustar os planos de Deus. Te afirmo com total certeza que a resposta virá de coração e boca cheios de certeza que sim, todos dirão alegres e triunfantes que Deus tem todo poder, que ninguém pode frustrar os projetos de Deus, que operando Deus quem impedirá, etc e tal.
Essa poderosa fé, esse fervor em defender a soberania de Deus tem validade na vida de muitos cristãos, só vale até a data em que chegam as provações, em que morre um filho ainda jovem e sem aparente motivo, ou quando vem aquela enfermidade incurável. Nessa hora a soberania de Deus acaba na vida de muitos, nessa hora Deus, aquele mesmo que ninguém impede seu operar, se transforma numa espécie de negociante que dependendo do sacrifício feito muda de idéia.
Deus não pede conselho, isso foi dito por Ele mesmo a Jó, aliás, Jó é um grande exemplo de um ser limitado que se rendeu a soberania de Deus, após perder quase tudo ele diz -O Senhor me deu e Ele mesmo tomou, bendito seja o nome do Senhor. Deus interferiu diretamente na vida de Jó, permitiu uma série de adversidades ao mesmo tempo e o velho patriarca O louvou com grande devoção.
Devemos entender que Deus é Deus, Ele faz o que quer, mesmo que isso contrarie o que nós imaginamos ser o correto a ser feito. Deus não está preso ou limitado a nosso plano inferior, somos pecadores redimidos tentando traçar os caminhos de um Deus santo e perfeito. Amados, os caminhos de Deus são mais altos do que os nosso, mesmo que você não entenda ou aceite Ele fará o que quer, porém está escrito que "Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.".

By Pb. Cláudio Oliveira


segunda-feira, 30 de junho de 2014

O que houve com nossos pregadores?

Esse texto não é apenas um artigo que você vai ler e dizer que ficou bom ou ruim. Esse texto tem o intuito de ti e me despertar para essa última hora. Quero que você diga não aos vícios, que diga não a exploração do evangelho de Jesus, que você não se cale diante do que estão tentando fazer com a noiva do Cordeiro. Segue abaixo as minhas reflexões.

O que houve com nossos pregadores?
Sinceramente, hoje eu posso dizer que houve uma supervalorização desse "personagem" da igreja, mistificou-se esse título de tal maneira que hoje a maioria de nós (digo "nós" por que também fui chamado para o ministério da palavra) hoje são superstars e não homens abnegados e simples. 
Digo e tenho dito que a igreja tem 90% de culpa nisso. 
Sabe por que o pregador cobra 300 ou 3.000 reais para ministrar? É simples, porque a igreja paga. 
Sabe por que eles pregam tanta bobagem, mentiras e heresias? Porque a igreja é preguiçosa para ler a bíblia e prefere se emocionar a ter que mudar sua conduta.
Sabe por que esses irresponsáveis mentem dizendo tudo que a maioria quer ouvir? Porque a maioria acha que sofrer não é pra ele, acham que autoajuda e elevação de ego é o bom pra hoje e amanhã eu volto a outro Balaão do púlpito.
O camarada vêm me dizer que ficar viajando de cidade em cidade tirando foto em avião, que ficar visitando ponto turístico, que exigir hotel e andar com mala de rodinha por ai é fazer missão. Bando de ladrões, lobos devoradores, obreiros do ventre, o Dono dessa igreja um dia vai te sentar numa cadeira e vai te cobrar tudo isso. Na verdade a maioria quer mesmo é aparecer mais que outro, ter a mensagem mais fabulosa do que o outro, receber tapinhas nas costas, ser amigo de pastores de renome visando pregar em suas igrejas, a maioria nunca orou por nenhuma alma que por misericórdia divina aceitaram a Cristo, a maioria estuda contos judaicos e livros apócrifos para parecerem eruditos deixando a bíblia com imagem de incompleta. E eu e você ainda os aplaudimos, em cada igrejinha, ponto de pregação tem novos meninos de ouro desses surgindo porque imitam aos que já estão por ai.  
Eu me pergunto e pergunto pra você também, -Até quando vamos somente observar isso tudo?
Tenho dito, aceite se quiser.

By Pb. Cláudio Oliveira

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Chorar de rir

Num culto na Inglaterra um pregador sobe ao púlpito, de aparência frágil e magricela o pregador inicia sua mensagem quase que lendo o sermão com seus óculos fundo-de-garrafa. Seu sermão, sem nenhma piada, sem frases de efeito, sem tiradas engraçadas, vai adentrando aos corações dos ouvintes de tal forma que os fazia chorar arrependidos de seus pecados. Neste dia, após essa mensagem iniciou-se um grande avivamento no sul da inglaterra, uma palavra que fez uma multidão se arrepender de seus caminhos pecaminosos de tal maneira que se agarravam aos bancos pedindo perdão pir suas mazelas. Este pregador fransino era Jonathan Edwards e o sermão "Pecadores na mão de um Deus irado". Vou explicar porque narrei esse fato.
Rir é bom demais, se contorcer de tanto gargalhar é uma experiência maravilhosa. Um filme pode te fazer sorrir, uma peça de teatro, um vídeo da internet, uma lembrança. Quem me conhece sabe que sou um piadista e sou bem humorado, mas tenho visto, e me entristecido, com uma quantidade enorme de cristãos que tem ido a cultos e saído de lá enebriados de tanto rir porque a "palavra" pregada os faz gargalhar em suas cadeiras.
"Ah, mas Deus usa cada um como quer", sinceramente amados, em nome desse lema tenho visto atrocidades no meio dito cristão, excessos que estão fedendo às narinas de Deus. São poucos os que vão ao culto e choram num sermão que fala sobre nossa miserabilidade diante da santidade de Deus, muitos choram nas músicas, ficam emocionados e não arrependidos. E agora riem nos sermões, já vão aos cultos na expectativa de ver o pastor fulano porque ele é engraçadíssimo. Como diria o narrador Milton Leite "Que fase!!!".
Amados, deixem as gargalhadas ao teatro, o pastelão ao cinema, púlpito é coisa séria. Vejo as mensagens de João Batista, Paulo, Pedro e não vejo ali motivo para rir, muito pelo contrário. E vou deixar, por fim,  o exemplo maior entre todos, Cristo, Ele nunca precisou contar causos e ser fanfarrão pra ensinar nada, nunca fez ninguém gargalhar para o atrair. Bons tempos em que os crentes choraravam nos sermões.

By Pb. Cláudio Oliveira

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Os dez "desmandamentos"

Literamente não consigo me encaixar nesta nova ordem, que:
1. Faz do culto um SPA ou uma academia ao ego e demandas do homem capitalista.
2. Que no púlpito ficam acessando os seus iphones, lendo email ou twittando.
3. Que no púlpito resolvem os seus problemas pessoais atendendo ligação no celular.
4. Que parecem mais com gerentes de bancos, do que, com profetas de Deus.
5. Que fazem cara de maus amigos quando alguém prega nos seus púlpitos contra o pecado necessidade de arrependimento, ou realidade da vida segundo o espírito do evangelho.
6. Que desenvolvem suas pregações à la Augusto Cury, Lair Ribeiro e outros gurus de auto ajuda.
7. Que falam de tudo nos seus púlpitos, desde a necessidade de contribuir com a oferta até a leitura de receita de bolo que a esposa recomendou, menos o Evangelho de Cristo.
8. Que profissionalizam a vocação ministerial.
9. Que se fecham em seus mundinhos, tornando-se míopes e retardados na urgência do amor e no serviço ao próximo.
10. Que trocam o valor da primogenitura pelos pacotes modernos de lentilha.


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

"Meu Gezuis é melhor".


Jesus certa feita ensinou aos seus discípulos um princípio que anda meio apagado no meio evangélico, o que diz "um reino dividido não pode subsistir". Em suma essa regra remete que nós como igreja e corpo de Cristo devemos fazer valer o texto do Salmo 133 versículo 1 "Oh, quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união".
As grandes empresas se esmeram para contratar marketeiros que divulguem e tornem suas marcas mais famosas, partindo deste princípio muitos pastores televisivos literalmente travam uma batalha de marketing sujo para divulgar e mostrar que o seu produto é melhor que o produto do outro pastor. Mas que produto seria este? Ora nada mais nada menos que Gezuis (Esse Gezuis não é o Jesus da igreja). Os grandes comunicadores, opa desculpe os grandes pastores, de nossa nação travam verdadeiras guerras para mostrar que o seu Gezuis é melhor que o Gezuis da outra igreja. "O nosso Gezuis é melhor e mais poderoso" ou "O nosso Gezuis é mais abençoador" dizem eles em suas campanhas de marketing que visam não as almas mas sim a grande massa de seguidores, esses marketeiros conhecem os gostos do publico a ser alcançado. Eles não brincam em serviço, jogam pesado para atingir o Gezuis da marca concorrente, a tática é denegrir a imagem não importa a maneira pela qual.
O mais perigoso nisso é que para derrubar a "concorrência" esses marketeiros de plantão jogam sujo uns com os outros, manchando assim o nome de Jesus, sim mesmo com este paraguaio Gezuis quem acaba ficando como um produto é Jesus, o Cristo. Estes obreiros do ventre acabam deturpando a imagem da noiva do Cordeiro em nome de suas próprias paixões ou por que não dizer em nome de suas próprias contas bancárias, eles querem dominar o "mercado consumidor" não importa que armas terão que utilizar para isto.
Amados Jesus não é um produto de uma prateleira, Ele é o mesmo com os mesmos poderes em sua única e exclusiva representante na terra: a igreja, não importando a placa denominacional, a estrutura eclesiástica ou tipo de liturgia aplicada em seu culto basta seguir o princípio de Jesus "quem não é contra nós é por nós". Portanto nada de "Meu Gezuiz é melhor".
by Pb. Cláudio Oliveira