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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

10 verdades para jovens teólogos (fragmento)



Por John Frame

1. Considere que você pode realmente não ser chamado para o trabalho teológico. Tiago 3:1 nos diz que muitos de nós não devem tornar-se mestres e que os mestres serão julgados com maior rigor. A quem muito (conhecimento bíblico) é dado, muito exigido.

2. Valorize seu relacionamento com Cristo, sua família, e com a igreja acima de suas ambições de carreira. Você vai influenciar mais pessoas por sua vida do que por sua teologia. E deficiências em sua vida podem negar a influência de suas ideias, mesmo que essas ideias sejam verdadeiras.

3. Lembre-se que o trabalho fundamental da teologia é entender a Bíblia, a Palavra de Deus, e aplicá-la às necessidades das pessoas. Tudo o mais, especificação histórica e linguística, perspicácia exegética, o conhecimento da cultura contemporânea e sofisticação filosófica, deve estar subordinado a esse objetivo fundamental. Se não for assim, você pode ser aclamado como um historiador, linguista, filósofo ou crítico de cultura, mas você não vai ser um teólogo.

4. Ao fazer o trabalho da teologia (descrito no ponto acima), você tem a obrigação de construir um argumento para o que você defende. Isso deveria ser óbvio, mas a maioria dos teólogos hoje não tem a menor ideia de como fazer isso. A teologia é uma disciplina argumentativa, e você precisa saber o suficiente sobre lógica e persuasão para construir argumentos que são válidos, sólidos e persuasivos. Na teologia, não é suficiente apenas demonstrar o conhecimento da história, da cultura, ou algum outro conhecimento. Também não é o suficiente citar pessoas que concordam com você e reprovar as pessoas que discordam. Você realmente tem que construir um argumento teológico para o que você afirma.

5. Aprenda a escrever e falar de forma clara e convincente. Os melhores teólogos são capazes de apresentar ideias complexas numa linguagem simplificada. Não tente convencer as pessoas de seu conhecimento através de uma linguagem obscura, sem transparência.

6. Cultive uma intensa vida devocional e ignore as pessoas que criticam isso acusando-lhe de pietismo. Orai sem cessar. Leia a Bíblia, não apenas como Lê um texto acadêmico. Valorize todas as oportunidades de participar de cultos e reuniões de oração no seminário e aos domingos na igreja local. Dê atenção à sua “formação espiritual”.

7. Um teólogo é, essencialmente, um pregador, embora ele normalmente lide com assuntos mais emblemáticos do que pregadores lidem. Mas deve ser um bom pregador. Encontre alguma maneira de fazer a sua teologia falar ao coração das pessoas. Encontre uma maneira de apresentar o seu ensino para que as pessoas ouçam a voz de Deus nele.

8. Seja generoso com seus recursos. Passe algum tempo conversando com alunos e futuros alunos. Doe livros e artigos. Não seja mesquinho quanto à questão dos direitos autorais; conceda permissão de cópia a qualquer um que lhe pedir. Ministério primeiro, segundo dinheiro.

9. Ao criticar outros teólogos, tradições, ou movimentos, siga a ética bíblica. Não diga que alguém é um herege, a menos que você tenha um caso muito claro diante de si. Não banalize termos do tipo "outro evangelho". (As pessoas que ensinam outro evangelho estão debaixo da maldição de Deus). Não destrua a reputação das pessoas com citações erradas, fora de contexto ou tomando suas palavras no pior sentido possível. Seja gentil e gracioso, a menos que você tenha motivos irrefutáveis ​​para ser duro.

10. Quando se levantar uma controvérsia, não assuma um dos lados imediatamente. Faça algum trabalho analítico em primeiro lugar, analisando ambas as posições. Considere as seguintes possibilidades: (a) que as duas partes podem estar olhando para o mesmo problema a partir de diferentes perspectivas, mas não se contradizem; (b) ambos os labos podem estar despercebidamente desprezando um ponto que poderia fazê-los pensar de maneira conjunta; (c) que eles não se comunicam entre si porque usam os mesmos termos de formas distintas; (d) que existe uma terceira alternativa,

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Somos tão jovens?

Quem nunca disse para si mesmo, ao acordar cedo, que ia dormir só mais cinco minutinhos e acordou quarenta minutos depois assustado porque já está atrasado? Somos especialistas em perder a noção do tempo (talvez porque fomos criados para ser eternos). Nesse mesmo pensamento eu estava avaliando a letra de uma canção de Renato Russo que no refrão ele canta melódica e apaixonadamente "Somos tão jovens", me pus a refletir sobre esse senso de que se tem tempo de sobra porque "somos tão jovens" e percebi que na verdade essa frase faz mas sentido quando a transformo numa frase interrogativa "Somos tão jovens?",
Nessa época de carpe diem que vivemos em que o prazer momentâneo é elevado a categoria de deus para alguns. Nesses tempos de falta de critérios absolutos de avaliação. Vemos cada vez mais pessoas que não percebem que o tempo está passando rapidamente ao seu lado e que o seu despertador já tocou. "Somos tão jovens" diz essa geração, ainda há tempo. Mas eu digo que já não há tempo, estamos no limiar da volta de Cristo e a grande maioria dos jovens cristãos canta em sua alma "somos tão jovens" sem demostrar nenhuma tipo de compromisso com a cruz e os perdidos que perecem.
"Somos tão jovens" não pode ser o lema dessa geração, que se denominam geração de adoradores. A igreja precisa urgentemente de ceifeiros, e Cristo nos deu m cobselho áureo: "Rogai ao Senhor da seara que mande ceifeiros". Você não é "tão jovem" diante da urgência e pode ser que mesmo com você sendo tão jovem Cristo volte e te peça conta do talento que te entregou nas mãos. 

By PB. Cláudio Oliveira 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Reforma Já!


Há uma necessidade que está intrínseca na natureza humana e que é extremamente nociva ao evangelho de Cristo, essa é a necessidade de estar inserido no meio. Desde de que o mundo é mundo o homem quer ser aceito pelos seus iguais, e em nome desse "bom convívio" se adapta aos padrões impostos pelo grupo, tribo ou etnia que faz parte.
Com esse afã de ser aceito a igreja brasileira, e por que não dizer mundial, tem sido como sal que não salga, como luz que não dói nos olhos daqueles que estão em trevas.
Estamos na semana em que se comemora a Reforma Protestante, um grande avivamento trazido ao mundo por homens que sendo desse mundo, não faziam parte dele. Estes homens não se curvaram ante o domínio ditatorial da Igreja Romana, mesmo que isso custasse suas vidas, eles remaram contra a maré da avareza e d misticismo proposto pela igreja da época. Eles viveram numa época negra e escura, podiam ter opiniões e guardar para si, mas decjdirdecidiram que a verdade do evangelho de Cristo não podia ficar escondida em baixo da mesa mas tinha que ficar no alpendre da casa.
Fico a refletir sobre o evangelicalismo brasileiro fraco e da mão mirrada, esses líderes que não se opõe a nada e ensinam que quem ergue a voz é insubmisso. A igreja brasileira precisa passar por uma nova reforma, precisa abandonar as práticas esotéricas, precisa abandonar a venda dessas indulgências modernas (toalha ungida, sal de Israel, viagens a terra santa pra serem batizados novamente, etc.). Hoje a igreja é vista pela mídia e pelo mundo como mercado consumidor emergente e não como o reino de Deus.
Nessa semana em que se comemora a Semana da
Reforma Protestante, que voltemos a ser protestantes e deixemos de ser participantes.

By Pb. Cláudio Oliveira


terça-feira, 19 de agosto de 2014

Um penetra exigente

Em um de seus ensinamentos, Jesus comparou a salvação com uma festa de casamento. Ele contou a história de um rei que fez uma grande festa para seu filho e enviou seus servos a chamar os convidados, mas estes se recusaram a ir. Novamente o rei pede que seus convidados compareçam, uns o ignoram voltando a seus afazeres, já outros não apenas recusaram o convite mas mataram os servos que foram enviados. Quando o rei fica sabendo o que houve, seu coração fica amargurado e decide destruir os responsáveis pela morte de seus servos. Mas a festa não deixou de acontecer pois ele agora os envia a convidar todos que encontrassem no caminho. Agora todos tinham o direito de ir a festa, assim como eu e você temos o direito de comparecer àquela grande ceia pois um dia Jesus se ofereceu como sacrifício para que ao invés de perecer pelos nossos muitos pecados, pudéssemos escolher a remissão através do sangue de Jesus que um dia foi derramado. Muitas vezes agimos como os que rejeitaram o convite voltando a suas tarefas do dia-a-dia. Condenamos a atitude de Pedro quando ele negou a Jesus, mas será que se estivéssemos lá também não faríamos o mesmo? Negamos a Jesus e o seu precioso sangue por pouca coisa: quando não lhe ofertamos o devido tempo que Ele merece; quando achamos que a dor do outro não é a nossa também; quando não falamos do seu amor pra alguém que está sedento; Jesus não quer nossa adoração quando não dá mais pra resolver as nossas coisas porque já é noite. Ele quer estar conosco durante todo o dia. Durante a festa, quando o rei passeava entre os convidados, avistou um homem que não estava trajado com vestes nupciais. O rei então, se aproxima dele e pergunta porque ele não estava vestido adequadamente e a bíblia nem diz  a resposta dada por ele, talvez porque não há nada que ele pudesse dizer pra se justificar, e o rei ordena que ele seja lançado fora para as trevas exteriores, onde só haveria dor e ranger de dentes. A bíblia não diz que eles foram em suas casas se trocar, e o que eu entendo com isso é que eles foram como estavam mas creio que chegando lá receberam novas vestes. Mas ao invés de aceitá-las, ele quis permanecer como estava, sendo um penetra exigente como se estivesse dizendo: - Ora, se me querem aqui então terão que me aceitar como eu estou! O fato é que aquele homem tinha sido convidado pra uma festa que ele nem imaginava que um dia pudesse ir e ao invés de aceitar as condições necessárias para estar lá ele agiu como se a sua presença fosse tão importante que ele não precisaria se submeter a nenhum tipo de mudança. Temos o privilégio de ser, não apenas servos, mas filhos do Rei e devemos ser gratos a todo momento porque Ele nos aceita como somos e está disposto a nos transformar a cada dia com amor e paciência, por isso não  esqueça que houve um preço a ser pago para que o inimigo não tivesse domínio sobre nossas vidas. Toda vez que ele tentar te acusar ou colocar o dedo sujo na sua vida, lembre que Jesus não pensou duas vezes antes de morrer por nós e que o inimigo só vai agir se encontrar brechas. Prefira o agir de Deus, permitindo-se ser moldado por Ele, mesmo que o processo seja doloroso, passe por ele tendo a certeza de que vai valer a pena!

By Andressa Rodrigues

domingo, 17 de agosto de 2014

Reconciliação

LEITURA BÍBLICA: Oseias 2.2-20
O Senhor é compassivo e misericordioso, mui paciente e cheio de amor ... não nos trata conforme os nossos pecados. (Sl 103.8-10a).

No texto de hoje vemos um marido traído, amargurado, que parece ter desistido de um relacionamento com sua esposa. Não dá mais! Ela o traiu com vários amantes e teve filhos com eles. O marido enganado sabe que ela só irá valorizá -lo quando os amantes a deixarem. Mas já não há mais como continuar um relacionamento assim. O marido não suporta mais ser enganado, não aguenta mais tanta ingratidão. Podemos imaginar o sofrimento de Oseias, traído por Gômer. Porém, o texto também mostra Deus indignado com a infidelidade de Israel, que o trocara por Baal, deus dos cananeus. Os israelitas estavam tão longe do Senhor que agradeciam ao deus falso as boas colheitas, que na realidade eram dádivas de Deus. Até o v 13, o marido só pensa em castigo – hoje diríamos que está a ponto de pedir o divórcio. Ninguém suporta tanta infidelidade!
Porém, o amor de Deus é diferente do nosso – é eterno. Ele não desiste, não acaba. Suporta nossos erros e não nos ama menos por isso; suporta nossos esforços para obter favores e não nos ama mais por isso. É um amor constante, incondicional. Deus está sempre buscando nossa reconciliação com ele. A maior prova de seu amor foi a morte de seu Filho, Jesus Cristo, em nosso lugar (Jo 3.16 e Rm 5.8). Por isso, no v 19, ele não propõe separação, mas casamento!
Ele ainda busca um relacionamento de amor, apesar dos erros das pessoas. Somos infiéis, adúlteros. Não merecemos o amor de Deus. Nossa desobediência, nosso egocentrismo e nosso orgulho só nos afastam do Senhor. Mas ele nos ama tanto que, por meio de Cristo, propõe um relacionamento íntimo, amoroso. Então, abandone tudo o que desagrada a Deus, deixe de adorar coisas, pessoas ou a si mesmo e aceite a proposta de casamento feita pelo Senhor. Entregue tudo a ele e experimente seu grande amor.

Perder a felicidade eterna com Deus em troca de ilusões é... mesmo o que você quer?.

By Cláudio Valle

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Verdadeiro Arrependimento




Arrependimento para quem está caminhando para o norte, significa caminhar para o sul. E, para quem está caminhando para o sul, arrependimento significa caminhar para o norte. Em suma, arrepender é voltar atrás e não fazer um discurso apenas.
A palavra arrependimento, num sentido prático, significa: dar meia volta, voltar atrás... deixar de fazer o errado e passar a fazer o que certo. Geralmente, quando descobrimos nossas falhas a primeira coisa que fazemos é lamentar o fato de estarmos errando. Falamos: Oh! Deus, estou tão decepcionado comigo mesmo, etc... e tal. Mas, será que é isso que Deus deseja ouvir? Eu descobri que o verdadeiro arrependimento está diretamente ligado ao significado da palavra arrependimento. O significado prático da palavra define uma ação e não um discurso, por mais que o mesmo seja regado a lágrimas e juras de fidelidade futura.
Arrependimento para quem está caminhando para o norte, significa caminhar para o sul. E, para quem está caminhando para o sul, arrependimento significa caminhar para o norte. Em suma, arrepender é voltar atrás e não fazer um discurso apenas.
A Palavra de Deus nos diz: "Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas." (Apocalipse 2:5)
Há neste texto da Bíblia uma ordem de procedimentos que deve ser seguida por quem realmente deseja se arrepender.
Lembra-te, pois, de onde caíste...
Arrepende-te... , ou seja, volte lá (talvez não no sentido material, físico, mas volte lá e confronte você mesmo de frente, "julgue a si mesmo... " (1 Cor.12)
Volta a prática das primeiras obras... (volta a fazer o que você fazia antes), ou no caso de você ter começado uma prática errada volte a praticar o “não fazer”. Enfim, o que nos parece por esse texto é que o Senhor está interessado em algo mais que justificativas.
O Espírito Santo em nós nos convençe do pecado. Daí então voltamos "ao local do crime" e começamos a agir corretamente.
No meu entender é nisso que o Senhor está interessado: "em que voltemos a agir corretamente", como Zaqueu, publicano que só pensava em se endinheirar, quando sentiu a presença do Senhor Jesus, decidiu abençoar os necessitados e ressarcir os que ele havia prejudicado..., então o Senhor Jesus disse: "hoje entrou salvação nessa casa."
Lucas 19:8-9: "Entrementes, Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais. Então, Jesus lhe disse: Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão." Indo um pouco além, às vezes precisamos nos arrepender não por ter feito algo errado e sim por ter parado de fazer o que é certo, ou até mesmo relaxado em nossa vida de oração, de leitura da Palavra, da prática do evangelismo pessoal ou algo parecido. Nesse caso aplicamos o mesmo discurso: precisamos agir, voltar a fazer o que faziamos antes...
Em geral, Deus nos chamou por causa da maneira que éramos e não pelo que nos tornamos. Voltemos todos "ÀS PRIMEIRAS OBRAS" e não apenas às primeiras palavras. Voltemos todos, voltemos juntos. Vamos nos arrepender. Senhor, pela tua bondade, conduza-nos ao verdadeiro arrependimento. Ah! Avivamento? É apenas conseqüência, conseqüência do arrependimento. Não se pode ter o fruto sem tratar a árvore. Não se pode ter a conseqüência sem a causa geradora.

by Pr. Antônio Cirilo

sábado, 26 de novembro de 2011

O Condomínio Paraíso


O Condomínio Paraíso

 Imagine que um grande construtor decide realizar o maior empreendimento de todos os tempos, ele decide fazer um condomínio perfeito, um lugar para ser um verdadeiro paraíso na Terra, um lugar onde ninguém quisesse sair. Então Ele dá início à construção do tal paraíso.
 Na primeira das seis fases da construção ele organiza e limpa o terreno, que estava sem forma e vazio. É um trabalho duro e árduo, mas precisa ser feito por alguém, passada esta primeira etapa é hora de dar atributos ao Condomínio Paraíso.
 Com maestria peculiar, o construtor vai dando forma a seu projeto ousado e inovador. Ele coloca plantas, animais dos mais variados tipos, relva, rios e até montanhas. Todo estava ficando ótimo, mas parecia faltar algo, um diferencial. Daí surge em sua mente e coração um desejo, para o condomínio ficar ainda mais aprazível ele planta um lindo jardim bem no meio do Condomínio Paraíso.
 Porém eis que surge um problema, quem vai tomar conta do jardim, precisava- se urgentemente de alguém para cuidar do jardim. Então o habilidoso construtor traz de uma terra distante chamada Pó, do país Cinza,  um homem para cuidar do jardim. Todos os dias o construtor descia da cobertura em que mora até hoje para supervisionar e conversar com o homem que veio de Pó.
 Até ai tudo ia bem, porém um dia apareceu um rival do construtor, que na verdade era um antigo funcionário que tentou fazer um motim e destituir o construtor de seu posto, e este rival fez uma proposta ao homem, que não se lembrando do seu vínculo com o construtor, aceitou. Com muita dor e tristeza o construtor teve que tirar o homem do seu cargo de cuidador do jardim.
 Alguns anos depois o filho desse construtor decidiu vim ver como estava o empreendimento de seu pai, ele encontrou o homem longe, muito longe do Condomínio Paraíso, então veio o inesperado, o filho do construtor fez um testamento no qual ele dizia que após a sua morte o homem herdaria o direito o retornar ao Condomínio Paraíso. O homem ficou um pouco duvidoso de quê o seu antigo dono o amasse ainda e tal maneira, mas, por fim, acreditou.
O filhobdo construtor trabalhou arduamente para restaurar o vínculo com o homem. E ao chegar a hora de sua morte o filho do construtor, diante de várias testemunhas, antes de entregar o seu espírito concedeu ao homem o sua tão aguardada herança dizendo: “Eu te digo, hoje estarás comigo no Paraíso”.

by Pb. Cláudio Oliveira
o condominio paraiso